Programa Plus
Exposição da Coleção
Exposição permanente
Horário
Visitas sem marcação; por ordem de chegada
Descrição
Nem todas as coleções pessoalizadas se exibem em espaços físicos próprios. A maioria resguarda-se em espaços privados. Por decisão do/a colecionador/a assumem visibilidade de dentro para fora, abrindo-se sob modelo instituído de fundação (privada ou pública) ou de casa-museu. Consoante os casos, as coleções privadas alojam-se nas moradias de quem celebram o nome, em edifícios concebidos para o efeito, de modo a serem partilhadas com os públicos ou são depositadas em acervos e espólios em museus, arquivos ou bibliotecas [municipais ou nacionais].
O ato de colecionar foi herdado, em termos históricos, de quem aspirava a maior fruição e conhecimento. Com frequência, intelectuais e diletantes absorviam o tempo na contemplação de obras e no manuseamento de objetos especiais. A/o detentor/a das coleções rodeava-se do que mais prezava, adquirindo, para seu usufruto, mais e mais elementos. Destacam-se, todavia, algumas pessoas que privilegiaram a partilha estendida a uma comunidade mais alargada, para além da família ou amigos. Alojam-se as coleções, disponibilizando-as em contexto museológico para o público. É o que sucede, quando a colecionadora Maria de Fátima Gramaxo, decidiu alargar a todas/os um conjunto das peças da sua coleção, que se mostram na exposição de longa duração no edifício do Museu.